Descubra a inspiração por trás do próximo jogo do criador de Katamari Damacy!
Quando falamos em jogos de vídeo game, é comum pensarmos em títulos repletos de ação, gráficos realistas e enredos complexos. Mas, de vez em quando, surge um jogo que nos surpreende e nos leva a uma jornada diferente e cativante. E um desses jogos é Katamari Damacy, criado pelo designer de jogos japonês, Keita Takahashi.
Lançado em 2004, Katamari Damacy foi um sucesso imediato, conquistando fãs em todo o mundo. Com sua jogabilidade única e visual colorido e divertido, o jogo se destacou em meio a tantos outros títulos de vídeo game. E agora, após anos de espera, Takahashi está prestes a lançar seu próximo jogo, Wattam, que promete ser tão inovador quanto Katamari Damacy. Mas qual é a inspiração por trás desse novo jogo?
Em uma entrevista exclusiva à CNET, Takahashi revelou que a inspiração para Wattam veio de sua própria vida e de experiências pessoais. Ele contou que, quando criança, costumava brincar com as pilhas de livros de sua mãe, imaginando que eram personagens e criando histórias com elas. Essa imaginação e criatividade infantil foram a base para o conceito de Wattam.
O jogo se passa em um mundo repleto de objetos inanimados que ganham vida e se tornam amigos. A história gira em torno do personagem principal, o prefeito, que busca reconectar-se com os amigos que perdeu ao longo do tempo. A jogabilidade é baseada em resolver quebra-cabeças e cumprir missões com a ajuda de diferentes amigos, cada um com suas habilidades únicas.
Mas, além de sua vida pessoal, Takahashi também se inspirou em questões mais profundas para criar Wattam. Ele contou que, durante o desenvolvimento do jogo, estava passando por um período difícil em sua vida, cheio de dúvidas e incertezas. E isso se refletiu no jogo, que aborda temas como amizade, conexão e solidão.
Ao mesmo tempo em que Wattam é um jogo divertido e colorido, ele também carrega uma mensagem profunda e importante. Takahashi quer mostrar aos jogadores a importância de manter conexões com as pessoas ao nosso redor, mesmo em meio a todas as adversidades. E isso é algo que faz todo o sentido em um mundo cada vez mais conectado digitalmente, mas cada vez mais distante emocionalmente.
Além disso, Takahashi também se inspirou em questões ambientais para criar Wattam. Ele contou que sempre foi fascinado pela natureza e que, em uma de suas viagens, percebeu a importância de preservá-la e de como somos todos conectados a ela. Essa consciência ambiental é refletida no jogo, que incentiva os jogadores a cuidarem do meio ambiente e a criarem um mundo mais harmonioso.
Wattam não é apenas um jogo, é uma experiência sensorial. Com sua trilha sonora cativante e visual colorido e divertido, o jogo é uma verdadeira obra de arte interativa. E isso não é surpreendente, já que Takahashi é conhecido por sua visão artística e por incorporar elementos inovadores em seus jogos.
E essa visão artística também se estende ao processo de criação do jogo. Takahashi contou que, para desenvolver Wattam, ele se inspirou em diferentes formas de arte, como música, dança e teatro. E essa mistura de elementos resultou em um jogo único e encantador.
Com o lançamento de Wattam previsto para o final de 2019, os fãs de Katamari Damacy mal podem esperar para mergulhar nessa nova aventura e descobrir todos os segredos e mensagens por trás do jogo. E, com certeza, Takahashi mais uma vez vai surpreender e encantar a todos com sua criatividade e originalidade.
Em uma época em que a indústria de jogos de vídeo game é dominada por títulos de ação e gráficos realistas, é refrescante ver um jogo como Wattam, que nos leva a uma jornada diferente e nos faz refletir sobre questões importantes. E isso só é possível graças à visão e talento de Keita Takahashi, que continua a nos surpreender com suas criações únicas e inspiradoras.
Então, prepare-se para embarcar em uma jornada emocionante e descobrir um mundo cheio de amizade, conexão e criatividade com Wattam. E, quem sabe, essa experiência possa até mesmo inspirar você a olhar para o mundo de uma forma diferente e a valorizar as conexões que temos com as pessoas e com a natureza. Afinal, como diz Takahashi, “somos todos parte de um grande universo”.
Referência:
Clique aqui
0 Comments