Na nova loja, chamada “Low-Cost Store”, os limites de preços foram estabelecidos de forma a garantir que itens como joias não ultrapassem os R$ 8, roupas de cama R$ 9, guitarras R$ 13 e sofás R$ 20, todos com envio feito a partir de um centro de distribuição em Guangdong, na China. Essas tarifas atrativas podem fazer com que os consumidores se sintam tentados a explorar uma nova gama de produtos a preços reduzidos.
Entretanto, a Amazon também tem seus limites: as entregas dessa nova plataforma podem demorar um pouco mais, variando de nove a 11 dias para chegar ao destino, o que pode ser um fator a ser considerado para quem busca rapidez. Em contrapartida, os vendedores se beneficiariam de taxas de cumprimento mais baixas, com custos de envio que variam entre R$ 9 e R$ 10 para itens pesando entre 113 e 227 gramas. Isso é significativamente menor do que as taxas praticadas pelo Fulfillment by Amazon, que giram entre R$ 15 e R$ 22 para produtos de pesos semelhantes.
Essa nova abordagem de preços é um desvio notável da estratégia tradicional da Amazon, que não estabelecia limites para os preços em sua plataforma principal. Essa mudança sugere que a empresa está se adaptando ao cenário competitivo atual, especialmente após o surgimento de plataformas como a Temu, que, embora ofereça preços tentadores, também enfrenta críticas sobre a qualidade dos produtos e questões éticas relacionadas ao trabalho.
A “Low-Cost Store” da Amazon pode, portanto, abrir novas possibilidades para consumidores e vendedores, ao mesmo tempo que se insere em um mercado cada vez mais dinâmico e desafiador. Com essa estratégia, a Amazon não só amplia sua gama de ofertas, mas também tenta garantir que não fique para trás em um setor onde os preços são cada vez mais atraentes e a concorrência, acirrada.
Redação Confraria Tech.
Referências:
Amazon is reportedly working on a low-cost storefront to rival Temu