Descubra como economizar com seu plano de celular: A verdade sobre os preços da era Trump


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Descubra como economizar com seu plano de celular: A verdade sobre os preços da era Trump

Com a chegada da era Trump, muitas mudanças ocorreram nos Estados Unidos, desde as políticas de imigração até as relações comerciais com outros países. No entanto, uma mudança que talvez não tenha sido tão discutida, mas que afeta diretamente o bolso dos americanos, é a dos preços dos planos de celular.

Em 2017, o então presidente Donald Trump aprovou a lei de redução de impostos corporativos, que cortou a taxa de imposto de 35% para 21%, com o objetivo de incentivar as empresas a investirem mais no país. No entanto, ao analisar os preços dos planos de celular nos últimos anos, é possível perceber que essa redução não foi repassada para os consumidores.

Um estudo realizado pela empresa de consultoria Cowen & Co. em 2018, mostrou que os preços dos planos de celular aumentaram 12% nos últimos dois anos, enquanto a taxa de imposto caiu em 14%. Isso significa que as operadoras de telefonia móvel estão obtendo um lucro maior sem repassar essa economia para os consumidores.

Mas como isso afeta o consumidor comum? Para entender melhor, é preciso analisar os diferentes tipos de planos de celular oferecidos pelas operadoras. Existem basicamente três tipos: pré-pago, pós-pago e planos familiares. Vamos dar uma olhada em cada um deles e comparar os preços antes e depois da era Trump.

O plano pré-pago é aquele em que o consumidor paga antecipadamente por uma determinada quantidade de minutos, mensagens e dados. Ele é ideal para quem não quer se comprometer com um contrato de longo prazo e para quem não usa muito o celular. No entanto, mesmo sendo uma opção mais econômica, os preços também foram afetados pela redução de impostos.

Antes da era Trump, o plano pré-pago mais popular da T-Mobile, por exemplo, custava US$40 por mês e oferecia 10GB de dados. Com a redução de impostos, seria esperado que esse plano ficasse mais barato. No entanto, atualmente ele custa US$45 por mês, um aumento de 12,5%.

Já no plano pós-pago, o consumidor paga pela quantidade de minutos, mensagens e dados utilizados durante o mês. Esse tipo de plano é mais adequado para quem usa bastante o celular e precisa de uma maior quantidade de dados. No entanto, os preços também foram afetados pela redução de impostos.

Antes da era Trump, o plano pós-pago mais popular da Verizon custava US$80 por mês e oferecia 16GB de dados. Atualmente, esse mesmo plano custa US$90 por mês, um aumento de 12,5%. E isso não é exclusivo da Verizon, outras operadoras também aumentaram os preços dos planos pós-pagos.

Por fim, temos os planos familiares, que permitem que várias pessoas compartilhem uma única conta e economizem dinheiro. No entanto, mesmo com a redução de impostos, os preços desses planos também aumentaram.

Antes da era Trump, o plano familiar mais popular da AT&T custava US$160 por mês e oferecia quatro linhas com 30GB de dados compartilhados. Atualmente, esse mesmo plano custa US$190 por mês, um aumento de 18,75%. Isso significa que, mesmo com a redução de impostos, as operadoras estão obtendo um lucro maior às custas dos consumidores.

Mas por que isso está acontecendo? Além da redução de impostos, outros fatores também podem estar influenciando nos preços dos planos de celular. Um deles é a alta demanda por dados móveis, já que cada vez mais pessoas estão utilizando a internet pelo celular. Com isso, as operadoras podem aumentar os preços sem afetar muito a demanda.

Outro fator é a concorrência. Nos Estados Unidos, existem apenas quatro grandes operadoras de telefonia móvel: Verizon, AT&T, T-Mobile e Sprint. Isso significa que as opções de escolha são limitadas e as operadoras podem controlar os preços sem se preocupar com a concorrência.

Mas nem tudo está perdido. Com um pouco de pesquisa e disposição para trocar de operadora, é possível encontrar planos mais baratos e economizar com o plano de celular. Segundo a análise da Cowen & Co., a operadora mais acessível é a MetroPCS, que oferece planos pré-pagos com preços mais baixos.

Além disso, existem também operadoras virtuais, conhecidas como MVNOs, que utilizam a rede das grandes operadoras, mas oferecem preços mais acessíveis. Alguns exemplos são a Mint Mobile, a Straight Talk e a Boost Mobile.

Em resumo, é importante ficar atento aos preços dos planos de celular e não aceitar aumentos sem questionar. Com a redução de impostos na era Trump, era de se esperar que os preços fossem reduzidos, mas isso não aconteceu. Portanto, é necessário fazer uma pesquisa e comparar os preços das diferentes operadoras para encontrar o plano que melhor se encaixa no seu perfil de consumo e no seu bolso. Não deixe que os aumentos dos preços dos planos de celular afetem suas finanças pessoais. Faça sua parte e economize!

Referência:
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